quarta-feira, agosto 13, 2008

Novas e velhas esquerdas



A panela do PCC vai cozinhando as políticas do país, com mais ou menos tempero, conforme os ingredientes internos. Um artigo muito interessante de José Carlos Matias no Hoje Macau

"À primeira vista, o debate ideológico na República Popular da China está moribundo. O Partido Comunista Chinês (PCC) “desincentiva” a expressão pública de vozes dissonantes que atacam ferozmente a linha oficial e imprime o ritmo de manufactura da semântica que mantém viva a perspectiva da construção do “socialismo com características chinesas”. Não deixando de ser assim, ao longo dos últimos 18 anos têm sido publicados artigos e livros na China que destoam da retórica oficial e que colocam em causa a forma como “a economia de mercado socialista” está a ser construída.
As vozes que têm mais eco no exterior são as que defendem posições liberalizadoras quer politica quer economicamente: os “desvios de direita”, na linguagem clássica Maoísta.
Do outro lado do espectro, encontramos intelectuais que apontam o dedo à via capitalista seguida pelo governo central por esta estar a contribuir para a desintegração das redes sociais e a desvirtuar a natureza do estado socialista fundado em 1949. Neste campo, destacam-se duas linhas “esquerdistas”: os Neo-Maoístas e a “Nova Esquerda”. Os primeiros perderam muito do fulgor que os caracterizou na década de 1990, ao passo que os segundos têm emergido como um movimento com alguma influência junto do governo central e da liderança do PCC".

quarta-feira, agosto 06, 2008

A febre do Ouro



À semelhança do que fez a União Soviética no auge da guerra fria, a China pretende ganhar mais medalhas de ouro que os Estados Unidos, isto como forma de alimentar o seu nacionalismo interno. Cada um à sua maneira, chineses e americanos defendem que os seus respectivos sistemas são os melhores para a produção de sucessos desportivos: o autoritarismo chinês versus o liberalismo americano.

Fonte:The New York Times

Macau, português e sucessão - Entrevista a Carlos Monjardino


É uma decisão fácil diminuir ou cortar subsídios, por exemplo à Escola Portuguesa de Macau ou ao Instituto Português do Oriente?Não, claro que não.

Uma decisão tomada com que critérios?
É tomada com vários critérios. Para já, quando assumimos a nossa parte no Instituto Português do oriente (IPOR) e na Escola Portuguesa de Macau não foi para sempre. Assumimo-la durante uns anos, sobretudo no que diz respeito à Escola. O IPOR é diferente: foi a própria fundação que o criou; está mais balizado e mais controlável. Para a Escola Portuguesa pagávamos uma percentagem. Para responder à sua questão, não é uma decisão de todo fácil, mas não podemos ficar escravos de instituições que se vão prolongando no tempo e que são mais uma responsabilidade do Estado do que de uma fundação privada. Fomos avisando que não podíamos continuar eternamente nesta situação; e fomos dando algumas indicações relativamente ao que se devia fazer, nomeadamente para alterar situações que estavam um bocadinho incrustadas, principalmente na Escola Portuguesa . Esta escola tem todas as vantagens de uma escola privada, sendo pública: os pais pagam propinas que são muito baixas.

Está a sugerir que é preciso um novo modelo para a escola?É evidente que tem de ser uma escola internacional. Não faz qualquer sentido que seja uma escola só portuguesa.

Abandonando a ideia da importância do ensino do português nessa escola?Não, não. Ninguém vai abandonar o ensino do português, mas tem de se ensinar obviamente o inglês e certamente o mandarim. Não podemos andar a fingir que ainda temos a realidade anterior a 1999.

Que utilidade pode ter ainda o português na região?
De acordo com o Estatuto de Macau, ainda tem, e terá que ter, durante algum tempo. A Escola (Portuguesa de Macau) é um pouco diferente do IPOR. A Escola tem jovens que pretendem vir para Portugal fazer o seu curso universitário, filhos de expatriados portugueses que lá estão ou de macaenses que pretendem seguir a carreira por cá. O IPOR tem bastantes alunos mas é, como sabe, um ensino não curricular do português, para determinadas profissões em que o português ainda é preciso em Macau – e digo “ainda” pesando muito bem o que estou a dizer...

Quando o português deixar de ser preciso…Aí, não há nada a fazer.

Os leitores desta entrevista não conseguem ver a expressão que fez agora. Quer verbalizar essa expressão do rosto?
É triste verificar esta situação. No outro dia, alguém estava a fazer um comentário na Assembleia Legislativa de Macau sobre o atraso da publicação das leis e uma das razões dadas foi que tinham de ser passadas para português. Quando as coisas começam a ficar assim, conhecendo eu minimamente aquele mundo, já se estão a preparar razões para que, um dia, o português seja deixado cair.

Diria que em Macau já estão à procura de pretextos para deixar cair o português?Eu acho que já se começa a falar nisso, embora de uma forma pouco clara.

Por parte das autoridades da região ou da República Popular da China?Nas autoridades da região, há sempre um ou outro que fala nisso. Dentro da Assembleia Legislativa, há uma quantidade de facções e, portanto, há sempre alguém que vem falar na língua portuguesa – não gosta dos portugueses ou da língua portuguesa.... Agora, quando isso começa a ser dito de uma maneira mais pública, é preocupante.

São declarações caucionadas pelo governo chinês?Sabe que, às vezes, mesmo para mim é extremamente difícil saber se isto está ou não caucionado pelo governo chinês, mas eu presumo que não estará.

É mais um balão de ensaio?
É uma espécie balão de ensaio, mas é mau que isto aconteça, porque há interesse no ensino e na aprendizagem do português, nomeadamente para chineses que querem ir para países como o Brasil, onde estão aos milhares, ou Angola, onde também há milhares. Portanto, há claramente um mercado, chamemos-lhe assim, mas quando forem criadas as estruturas na China propriamente dita, dentro das grandes cidades, se calhar será menos importante o ensino do português em Macau.

Já pensou num nome que pudesse suceder-lhe na presidência da Fundação Oriente?Já,. Obviamente tenho que pensar nisso, sobretudo porque já fiz 65 anos no ano passado. Já tenho falado com algumas pessoas sobre isso.

Pode partilhar connosco o resultado dessa reflexão?
Não, porque como nada está decidido não me posso pôr a avançar.

Nem sequer avançar um sinal ou um perfil?
Acho que tem de ser alguém que seja, ao mesmo tempo, um razoável gestor e alguém com alguma vocação cultural; sobretudo que apreenda bem tudo o que é actividade cultural.

Será uma solução interna, ou não necessariamente?
Não penso que exista uma solução interna, neste momento. Haverá uma alteração dos outros administradores da Fundação, no final do ano, que vão ser substituídos, por razões de idade – aqui serão soluções internas.

Talvez possam corresponder ao perfil que estava agora a delinear?
Por enquanto não, mas vamos ver. Acho que faria sentido que fosse alguém de fora.

Mas só tem um perfil ou já pensou numa pessoa concreta?
Já pensei numa pessoa em concreto, que exactamente tem esse perfil de que lhe estou a falar.

E que não vai juntar-se à equipa ainda este ano?
Não, ainda não.

Quando é que acha que será o momento certo para o seu sucessor iniciar o “estágio”?Dentro de dois anos.



Para ler a entrevista integral: Diário Económico/PortugalNews

terça-feira, agosto 05, 2008

Guerra Santa em Xinjiang



China: autores do ataque que matou 16 polícias tinham em sua posse propaganda à guerra santa

“No local, a polícia encontrou duas facas utilizadas durante o ataque e documentos de propaganda à guerra santa”, indicou o ministério da Segurança em comunicado.

Os polícias afirmam ter igualmente encontrado no local do atentado, que fez 16 mortos, componentes de engenhos explosivos semelhantes aos que já tinham sido apreendidos durante uma operação policial contra um campo do Movimento Islâmico do Turquistão Oriental, em Janeiro de 2007, em Xinjiang.

Os dois autores do atentado que matou ontem 16 polícias em Kashgar, na província chinesa de Xinjiang (oeste do país), tinham em sua posse documentos apelando à guerra santa islâmica, indicou hoje a polícia chinesa.


Fonte: Público



Para ler mais sobre o tema: A China e seus talibãs. Fonte: Veja

quinta-feira, julho 17, 2008

sábado, julho 12, 2008

Política da Veto(neira)


A imposição de sanções por parte das Nações Unidas contra o regime liderado pelo presidente do Zimbaubé, Robert Mugabe, falhou esta sexta-feira, depois da China e da Rússia terem vetado no Conselho de Segurança uma resolução neste sentido.

O objectivo era forçar o líder africano a negociar com a oposição do seu país a resolução da crise que se instalou depois das eleições que o reconduziram no poder, a 27 de Junho, mas que foram consideradas fraudulentas por parte da comunidade internacional, e precedidas por uma onda de violência contra os opositores de Mugabe.

Além da China e da Rússia (países que têm poder de veto), a resolução redigida pelos EUA recebeu ainda os votos desfavoráveis da África do Sul, do Vietname e da Líbia. Já a Indonésia absteve-se. O voto a favor dos nove outros países com assento no conselho (Bélgica, Burkina Faso, Costa Rica, Croácia, França, Itália, Panamá, Reino Unido e EUA) acabou por não conseguir impor o conjunto de sanções.

Entre as medidas previstas incluía-se o embargo da venda de armas ao Zimbabué, a congelação de bens e a proibição de viajar para Robert Mugabe e outros 13 colaboradores seus.

«As pessoas do Zimbabué necessitam de um sinal de esperança de que é há um fim à vista para o seu sofrimento», disse John Sawers, embaixador do Reino Unido junto das Nações Unidas, citado pela BBC. «O Conselho de Segurança falhou hoje em oferecer-lhes essa esperança», acrescentou.

Fonte: IOL

domingo, julho 06, 2008

Os chineses preparam-se para o seu baile debutante




"Um mundo, um sonho", diz o slogan olímpico espalhado pelas ruas de Pequim. Já só falta um mês para o sonho se cumprir


8-8-8. Os Jogos Olímpicos de Pequim começam no dia 8 de Agosto de 2008, às 8 da noite. Não é um acaso. É porque oito é um número auspicioso. Ainda que o ano tenha começado da pior maneira, com nevões, epidemias mortais e terramotos, a China confia que um único acontecimento irá resgatá-la do azar. Os Jogos pretendem também provar ao mundo, e a todos os chineses, que este não é um país tipicamente comunista, que este é um país que gosta de receber estrangeiros e que está aberto à mudança.
Há 30 anos que a China recebe o Ocidente em sua casa. Coca-Cola, McDonald's, KFC, Louis Vuitton, Gucci, Mercedes, BMW passeiam-se por Pequim. Mas se há coisa que um grande número de chineses afirmará é que os JO serão um bom momento para o Ocidente conhecer a China. Porque parece haver este fosso terrível e profundo: os estrangeiros não percebem nada do país mais populoso do mundo, dizem.
Este será por isso um baile debutante - talvez dos mais caros a que alguma vez se assistiu. O orçamento dos JO, de 35 mil milhões de euros, é o maior de sempre. Mas os chineses estão contentes. "Um mundo, um sonho", o slogan olímpico, anda por todo o lado. Praticamente todos parecem convencidos.

Por Francisca Gorjão Henriques, artigo completo no Público

sexta-feira, julho 04, 2008

Festa no Aeroporto


O primeiro voo directo regular entre a China e Taiwan, desde 1949, aterrou hoje em Taipé, com 258 passageiros a bordo. Este é visto como um sinal da melhoria nas relações entre a ilha e o continente, depois de décadas de tensões.

O Airbus A330 da companhia China Southern Airlines, vindo de Cantão (Sul) aterrou às 08h05 locais (01h05 em Lisboa) no aeroporto de Taoyuan.

Meia hora mais tarde, um segundo voo da companhia Xiamen Airlines aterrou em Taipé com 202 passageiros a bordo.

Mais de 700 chineses devem chegar hoje a Taipé vindos, principalmente, de Pequim, Xangai e Cantão. “Era o meu sonho visitar Taiwan e ele foi concretizado hoje”, comentou Shi Anwei, turista chinês, à Agência Nova China, antes de descolar de Cantão.

As autoridades de Taiwan desenrolaram o tapete vermelho e organizaram festividades tradicionais para receber os passageiros vindos da China.

Fonte: Público

Postal Ilustrado

domingo, junho 29, 2008

Radar: US and China go bump in the Middle East


O "ataque" da China ao petróleo do Médio Oriente.

For China these days it seems that nothing - not rising energy prices; not sanctions aimed at its more unsavory business partners, Myanmar and Sudan; not even the prospect of a nuclear Iran - can curb its thirst for oil.

As China's energy needs grow at a rate higher than any other country's, so too have its economic relationships with the oil-producing nations of the Gulf. Like the US more than 60 years ago, China today is seen as a new and commercially refreshing player, happily unsentimental and - crucially - disinterested in the internal affairs of the region.

As Adbulaziz Sager of the Gulf Research Center notes, "The chief advantage of China's role in the region is its lack of political baggage."


Artigo completo no Asia Times

Relacionado com o artigo, o lançamento do livro: The Vital Triangle: China, the United States, and the Middle East do Center for Strategic and International Studies. Disponível no site: CSIS

Resumo da obra:

This volume explores the complex interrelationships among China, the United States, and the Middle East—what the authors call the "vital triangle." There is surely much to be gained from continuing the conventional two-dimensional analysis—China and the United States, the United States and the Middle East, and China and the Middle East. Such scholarship has a long history and no doubt a long future. But it is the three-dimensional equation—which seeks to understand the effects of the China–Middle East relationship on the United States, the U.S.–Middle East relationship on China, and the Sino-American relationship on the Middle East—that draws the authors' attention. This approach captures the true dynamics of change in world affairs and the spiraling up and down of national interests. Central to this analysis is a belief that if any one of the three sides of this triangular relationship is unhappy, it has the power to make the other two unhappy as well. The stakes and the intimacy of the interrelationship highlight not only the importance of reaching accommodation, but also the potential payoff of agreement on common purpose.

quinta-feira, junho 26, 2008

A lista de Kim: Reflexos nos EUA


EUA saúdam decisão, mas querem Pyongyang no trajecto da desnuclearização

Os Estados Unidos fizeram saber, num primeiro momento, que será necessário verificar a veracidade da notícia, mas a Casa Branca anunciou entretanto que saúda a declaração e que irá encetar o processo para levantar as sanções contra este país.

Os EUA ressalvaram, porém, que a Coreia do Norte tem primeiro que cumprir com as suas obrigações no que toca ao seu dossier nuclear antes de a comunidade internacional decidir fazer sair o país do seu isolamento.

Reagindo à notícia, George W. Bush saudou o anúncio da Coreia do Norte e sublinhou que os EUA irão levantar as sanções, mas advertiu Pyongyang que os seus gestos estarão condicionados pela continuação do processo de desnuclearização.

Por seu lado, a secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, fez saber que espera que a Coreia do Norte deixe os peritos aceder ao coração do seu reactor nuclear a fim de estes poderem verificar a veracidade das declarações constantes do dossier nuclear, quando o conteúdo deste for revelado.

De acordo com o instituto Internacional Crisis Group, baseado em Washington, a Coreia do Norte dispõe entre 46 e 64 quilos de plutónio, o suficiente para fabricar mais de 10 bombas nucleares.

A lista hoje entregue por Pyongyang poderá abrir uma brecha nas negociações, que já se arrastam há cinco anos, entre os Estados Unidos, a China, a Coreia do Sul, o Japão, a Rússia e a Coreia do Norte.

O regime de Pequim tem apostado no dossier coreano uma grande parte das suas energias diplomáticas, pretendendo, entre outros factores, um papel de maior relevo na cena internacional, à altura do seu crescente poderio económico. Desde 2003, quando começaram as rondas a seis, arquitectadas por Pequim, que os esforços se concentram sobretudo na tentativa de levar ou manter o regime norte-coreano à mesa das conversações.

Fonte: Público

Radar: N. Korea Gives Nuclear List to China


A Coreia do Norte entregou a muito esperada lista onde descreve as suas actividades nucleares. Segundo o ministro dos negócios estrangeiros da Coreia do Sul, Yu Myung-hwan, o documento foi entregue aos oficiais chineses.

Fonte: The New York Times

quarta-feira, junho 25, 2008

Radar: China reabre Tibete aos turistas estrangeiros



A China vai permitir o regresso dos turistas estrangeiros ao Tibete a partir de hoje, levantando uma proibição imposta há três meses após a repressão das manifestações violentas em Lhasa, informou a agência noticiosa oficial Nova China.

O anúncio da reabertura do Tibete aconteceu ontem, ao final do dia, três jornadas depois de a chama olímpica passar em Lhasa sob fortes medidas de controlo, provando que a região dos Himalaias voltou a ser uma zona "segura" para os estrangeiros, referiu a Nova China.

"O sucesso do recente percurso da tocha olímpica provou que o Tibete está mais estável e que é a hora certa para reabrir" a região, afirmou Tanor, director delegado da autoridade regional do turismo, citado pela Nova China.

"O Tibete está seguro. Damos as boas vindas aos turistas chineses e estrangeiros", acrescentou.

Fonte:Público

Caos na Legislatura



O ambiente político em Taiwan está ao rubro! Na segunda-feira passada deu-se mais um episódio do tradicional "wrestling-parlamento", que costuma caracterizar o ambiente político da ilha. Desta vez, os legisladores do PPD bloquearam a subida ao palanque do ministro dos negócios estrangeiros Francisco Ou. Criticam o ministro pelo facto de este ter mantido uma residência permanente nos EUA até pouco antes de assumir o cargo, e a falta de competência no recente incidente de Diaoyutai.

segunda-feira, junho 23, 2008

Leituras: O Reino das Mulheres

No Reino das Musuo - é uma dos 55 minorias étnicas oficiais chinesas que vivem no interior da China, concretamente entre as fronteiras das províncias de Sichuan e Yunnan. Trata-se de uma das últimas sociedades matriacais, testemunhadas pelo jornalista Ricardo Coler, que viveu dois meses no seio desta interessante comunidade. De tão enriquecedora e surpreendente experiência nasceu o livro O Reino das Mulheres: o Último Matriarcado




Como será uma sociedade em que mandam as mulheres? Ricardo Coler viajou até ao último dos matriarcados e começou a sua exploração cheio de perguntas e de dúvidas. Será que os papéis que assumimos e o carácter das nossas relações familiares, sexuais, laboriais são naturais, adquiridos ou impostos? O apaixonante relato de Coler revela-nos que a sexualidade e a família podem seguir vias separadas, que o casamento não é a única, nem sequer a mais importante, das instituições familiares.

Nesta sociedade, ninguém precisa de um parceiro para se sentir feliz, e também o valor atribuído ao dinheiro e à violência difere muito do nosso. Um relato surpreendente que nos deslumbra e nos convida a reflectir acerca do nosso próprio estilo de vida, já vendeu mais de 180.000 exemplares, na Argentina.


Quetzal


O autor:

Ricardo Coler nasceu em Buenos Aires em 1956. É médico, fotógrafo e jornalista. As suas notas, fotografias e ensaios sobre as suas experiências com sociedades matriarcais têm sido publicados em diversos meios de comunicação argentinos e estrangeiros. É fundador e director da revista cultural Lamujerdemivida.


Links relacionados com a comunidade Musuo:

Lugu Lake Mosuo Cultural Development Association

Minority Report (Time Asia)

Musuo Minority

sábado, junho 21, 2008

Sem bonança



Moradores remam numa rua inundada na cidade de Fengkai, na zona ocidental da província de Guangdong. A chuva e as inundações, concentradas em Guangdong e na vizinha Guangxi, mataram pelo menos 171 pessoas e fizeram 53 desaparecidos desdo o início da época anual de inundações. Estão previstos mais aguaceiros para os próximos dias.

Fotografia: Aly Song/Reuters Fonte: Público.

Radar: Japan, China strike deal on gas fields

Tóquio e Beijing anunciaram esta semana que chegaram a acordo sobre o desenvolvimento de campos de gás no Mar da China Oriental, acabando com uma disputa que tem atormentado as relações bilaterais dos últimos anos.



Por Reiji Yoshida e Shinichi Terada no The Japan Times